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segunda-feira, 20 de junho de 2011

DRYWALL, GESSO









O sistema dry wall consiste numa edificação de paredes de gesso que são mais leves e com espessuras menores que as das paredes de alvenaria. O sistema é usado somente em ambientes internos das edificações. O método está sendo muito utilizado na construção civil, em areas comerciais e residenciais. As paredes de gesso drywall permitem instalações elétricas e hidráulicas Com o sistema, há um ganho de área útil que pode chegar a 4% a cada 100 m² e as paredes têm superfície lisa e precisa, diminuindo custos na preparação da superfície para a pintura. Como as paredes são mais leves que o sistema de alvenaria tradicional, o sistema de parede de dry wall mais simples (W-111 que corresponde a uma linha de perfil e uma chapa de cada lado) pesa cerca de 25Kg contra 150 kg de uma parede de alvenaria, consegue-se com a utilização deste sistema uma redução no custo das fundações e estruturas da edificação.As chapas de gesso são produzidas de acordo com as Normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)
Isolamento acústico A proteção sonora de uma parede em Drywall é no mínimo igual à de alvenaria. Mas o Drywall ainda permite composições de duas ou mais chapas de gesso com lã mineral, para atender às mais exigentes especificações de isolamento acústico. Por isso, o sistema é utilizado nas melhores casas de shows, salas de concerto, cinemas etc. Mas o Drywall ainda permite composições de duas ou mais chapas de gesso com lã mineral, para atender às mais exigentes especificações de isolamento acústicoO Drywall são placas pré-fabricadas para paredes, e medem aproximadamente 1,20 m de largura por 1,80 m altura e 3,00 metros de comprimento. São fáceis de montar e muito rápidas, as placas de gesso são fixadas com parafusos em guias e montantes e as vezes são necessárias mais que uma camada, para facilitar o acabamento ou isolamento térmico.


 












As placas de gesso são feitas a partir da matéria de gipsita natural. Para facilitar a montagem dessas placas de Drywall, são necessários perfilados em aço zincado onde são fixadas as placas.
As placas de Drywall substituem muito bem materiais convencionais, em um trabalho executado com muita limpeza, sem aquela sujeira de cimento, cal, areia, e trata-se realmente de uma tecnologia de primeiro mundo, veio para resolver todo problema com tempo, gasto e sujeiras.
Por ser de menor espessura que paredes tradicionais o ganho em espaço pode variar em até 3% em área útil. As paredes Drywall aceitam muito bem materiais de acabamentos como mármore, fórmica, pinturas ou azulejos.

O gesso é um material versátil: ele auxilia nas tarefas de embutir a iluminação, esconder ferragens e disfarçar vigas, além de criar efeitos interessantes, especialmente em forros. Separamos 27 soluções criativas que fazem do gesso um aliado nos tetos de salas, quartos, banheiros, cozinhas, corredores. Considere o uso desse material-coringa em seu projeto, como mostramos em outra reportagem que foca 20 ideias criativas na reforma de um apartamento duplex.
Parede simples: Consiste na utilização de uma chapa só de cada lado da estrutura metálica
Parede Dupla: Como o nome já diz, a parede dupla é formada por duas chapas de cada lado da estrutura, dispostas de maneira desencontrada pra garantir a isolação acústica

Parede resistente ao fogo: Montada com a chapa especial RF, que tem como sua principal característica, a resistência ao fogo, pode ser simples ou dupla.
Parede resistente a água: Montada com a chapa especial RU, que tem como sua principal característica, a resistência a água, pode ser simples ou dupla
Parede curva: Podendo ser feita com qualquer tipo de chapa, os perfis de piso e teto são fixados de maneira curvada, conforme o ângulo desejado.
Nichos: Com a versatilidade que o drywall oferece, são infinitas as possibilidades de aplicação, na construção e na decoração, os nichos executados com esse material dão um toque de requinte e sofisticação e utilidade aos ambientes.
Home theater: Da mesma forma que os nichos, é possível executar qualquer tipo de projetado, o que manda é a criatividade.
Forros FGV e sancas trabalhadas: Podendo ser liso ou decorado em forma de sanca. Os forros dry wall, alem da extinção do risco do improviso, esse material oferece segurança e qualidade de sobra pra qualquer obra
Moveis estruturados sob medida: Salas, dormitórios, Office e onde a criatividade exige.


Os donos desta cobertura ganharam uma sala de TV de 14 m² depois da reforma que abriu todo o vão embaixo da escada e recuou a parede oposta em direção a um dos quartos. Além disso, a área, que ficou mais aberta e arejada, recebeu um rebaixo de gesso: o rasgo no forro embute a agradável iluminação indireta. Projeto de Beto Najman e Evelyn Steinberg, da BE Arquitetura.
Na reforma, este banheiro de 4,50 m² ganhou mais espaço: ele foi fechado com porta de correr e trocou-se a posição do vaso, o que abriu espaço para a banheira. Outra providência foi criar, junto ao rebaixo de gesso, um nicho de 2,64 m de extensão para embutir uma mangueira de luz, de uma parede à outra. A iluminação indireta embelezou o projeto e ainda escondeu uma viga que não poderia ser removida. Projeto de Simone Jazbik.
O dente desta sala de 46 m² norteou uma reforma que promoveu mudanças no uso do ambiente. Antes sem função, agora ele dá lugar a uma estante multifuncional: embute a TV, o bar e também um aparador. Com isso, a sala de estar foi deslocada para o trecho junto à janela. Nivelou-se o rebaixo de gesso do teto para recortá-lo e criar rasgos para a iluminação: a luz diferenciada permite evidenciar melhor a divisão do espaço. A última etapa consistiu da instalação das lâmpadas de xenon, embutidas nos nichos e nas vitrines. Projeto de Beatrice Goldfeld. Neste projeto, o gesso não apenas embute a iluminação indireta, proporcionando aconchego ao ambiente, como também abriga o trilho das portas de correr que comunicam o quarto de casal e o banheiro. As folhas, com acabamento de laca fosca, possuem delicados frisos na horizontal e puxadores entalhados na própria madeira. Projeto de Carmen Zaccaro e Marise Kessel.
Para ampliar a sala de estar deste apartamento, derrubou-se a parede que a separava de um antigo escritório, abrindo espaço para um home theater de 18 m². Um rasgo ao longo do forro de gesso embute os trilhos superiores de alumínio, escondendo as ferragens dos quatro painéis de freijó laqueado de branco que integram os ambientes quando abertos. Na parte interna, luminárias com lâmpadas minidicroicas, embutidas no rebaixo, realçam os brises quando acesas. Projeto de Cristiana Castro.
O segundo pavimento deste dúplex é marcado pelo rasgo no formato de U, que toma todo o forro do ambiente. Internamente, a fenda recebeu tinta no tom de concreto, aplicado também na parede da escada. A intenção desse desenho e da cor foi criar um foco de interesse no teto. A iluminação é proporcionada por halógenas AR-70, que se somam à luminária vertical da parede, cujo design esguio remete ao do recorte de gesso. Projeto de Cristiana Castro. Nesta casa, a luz passeia desenvolta por inesperados recortes e reentrâncias, como é o caso do ambiente que congrega sala de estar e home theater. Abrigadas no forro rebaixado, lâmpadas halógenas dimerizadas garantem aconchego, valorizam as paredes e apresentam alta nitidez na reprodução de cores. Projeto de Henrique Reinach e Maurício Mendonça e projeto luminotécnico de Gilberto Franco e Carlos Fortes.  




Reciclagem do gesso (drywall)


Desde o final da década de 1990, vêm sendo pesquisados métodos de reciclagem do gesso e já se avançou de forma significativa em pelo menos três frentes de reaproveitamento desse material:

Após sua separação de outros resíduos da construção, os resíduos do gesso readquirem as características químicas da gipsita, minério do qualse extrai o gesso. Desse modo, o material limpo pode ser utilizadonovamente na cadeia produtiva.
· indústria cimenteira, para a qual o gesso é um ingrediente útil e necessário, que atua como retardante de pega do cimento.
· setor agrícola, no qual o gesso é utilizado como corretivo da acidez dosolo e na melhoria das características deste.
· indústria de transformação do gesso, que pode reincorporar seus resíduos, em certa proporção, em seus processos de produção
Essas três frentes de reaproveitamento já foram largamente testadas,sendo não só tecnicamente possíveis, como economicamente viáveis.Portanto, representam importantes contribuições à sustentabilidade daconstrução civil brasileira.

CUIDADOS COM CENTROS URBANOS



Os grandes centros urbanos são muito associados à falta de planejamento e de espaço, ao consumo frenético de energia e, claro, à poluição. Não é à toa. Calcula-se que as cidades são responsáveis por nada menos que 75% do consumo mundial de energia e por 80% das emissões de gases do efeito estufa no planeta. Mas é justamente onde está o problema que surgem as melhores soluções.
Pensando nisso, os 57 prefeitos integrantes do C40 - uma espécie de clube internacional de metrópoles - se reuniram na semana passada em São Paulo para compartilhar iniciativas das grandes cidades de adaptação às mudanças climáticas. Foi a primeira cúpula do C40 em uma cidade latino-americana.
Aproveitando o encontro, o CORREIO mostra dez tendências e soluções “verdes” que foram criadas no ambiente cinzento das grandes cidades. O planeta agradece!
CIDADES COMPACTAS As cidades compactas são bairros autossuficientes dentro das grandes cidades, acessíveis a diferentes classes sociais. Com serviços, mercado e transporte próprios, reduz a necessidade de deslocamento. Um exemplo é a cidade de Portland (EUA).
RODÍZIO VOLUNTÁRIO Outra solução é o rodízio de veículos: os carros têm dias específicos para transitar nas ruas. Em Seul, na Coreia do Sul, funciona bem um rodízio voluntário. A prefeitura dá incentivos fiscais e oferece vagas grátis de estacionamento para quem aderir.
ENERGIA RENOVÁVEL O estimulo à produção e ao consumo de energia renovável é outra solução. A população de Los Angeles (EUA) escolhe o tipo de energia que usa em casa. Em Tóquio, o governo obriga empresas a mostrar “credenciais verdes” aos clientes.
INSPEÇÃO VEICULAR A revisão de automóveis particulares pelo poder público para verificar o índice de emissão de gases, exigindo manutenção dos veículos é outra maneira de controle da emissão de gases. A inspeção é obrigatória em São Paulo desde 2009.
CARROS ELÉTRICOS O estímulo à produção e uso de carros elétricos é uma forma de diminuir a emissão de gases poluentes. Amsterdã (Holanda) estimula moradores a usá-los, disponibilizando pontos gratuitos de recarga da bateria nas ruas.
MATERIAIS SUSTENTÁVEIS Outra tendência é o uso de materiais sustentáveis na cidade. Em Chicago (EUA), a substituição de luzes de semáforos por LEDs - material mais ecológico - gerou economia de US$ 2,5 milhões anuais na conta de energia.
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA O uso de dispositivos que economizam energia nas máquinas de bebidas geladas em Houston (EUA) reduziu em 265 quilowatts por ano o uso de energia. Hoje, Houston é considerada a capital da eficiência energética.
TRANSPORTE Exemplos de metrópoles que investiram no transporte público e conseguiram tirar pessoas dos seus veículos são Curitiba, Bogotá (Colômbia) e Jacarta (Indonésia). São Francisco (EUA) estimulou o uso de combustíveis ecológicos em sua frota.
Bahia prepara plano de ação
As mudanças climáticas já entraram na agenda baiana, mas ainda não há iniciativas efetivas sobre o tema. Criado em 2005, o Fórum Baiano de Mudanças Climáticas já criou uma pós-graduação sobre o tema na Unifacs e fez um levantamento de emissões, mas nenhuma medida foi aplicada na cidade.
Um passo recente foi a aprovação, em janeiro, da lei estadual 12.050, que dá base para a criação de um plano de ações. “Isso põe a Bahia em estágio avançado, pois poucos estados têm legislação sobre isso”, considerou a assessora especial da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), Adriana Diniz.
RIO+20
Por sua vez, o Rio de Janeiro tem mais força na agenda ambiental. Em 2012, a cidade vai sediar uma conferência de peso sobre o tema: a Rio+20, da Organização das Nações Unidas (ONU). Em São Paulo, os prefeitos do C40 se comprometeram a participar.
Um artigo escrito por

http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/especial-meio-ambiente-grandes-cidades-encontram-saidas-para-amenizar-mudanca-climatica/
http://www.procelinfo.com.br/main.asp?ViewID=%7BF5EAADD6-CCB0-4E29-A0C4-482D3D66BB65%7D&params=itemID=%7B6812F8EB-BE9C-4E31-AB49-48D85FEB87A5%7D;&UIPartUID=%7BD90F22DB-05D4-4644-A8F2-FAD4803C8898%7D#

CAPTAÇÃO DE ÁGUA



EU COMO ARQUITETA E URBANISTA NÃO POSSO DEIXAR DE INFORMAR A POPULAÇÃO SOBRE ESTES RECURSOS QUE NÃO PODE DEIXAR DE SER USADO POR NOS TODOS A NATUREZA AGRADECE E MUITO.
O uso racional da água é uma necessidade pois a cada dia ela se torna um bem mais escasso devido ao aumento de consumo. Somente cerca de 1% da água do mundo é doce e adequado para consumo humano, sendo que grande parte desta está localizada em aqüíferos profundos. Em alguns países, a água que alimenta o vaso sanitário e serve para descarga, provém de outros locais da residência como máquina de lavar roupas, banho ou é captada da chuva.
O armazenamento da água de chuva provavelmente implicará na instalação de calhas, tubulação e reservatório no térreo, usando o escoamento proporcionado pela gravidade. Nada impede, todavia, que sejam feitas instalações para seu armazenamento em níveis intermediários. Por exemplo, pode-se colocar a caixa d'água na altura do primeiro andar (se houver), coletar a água do telhado do segundo andar e usá-la no térreo, evitando, eventualmente, a necessidade do uso de bombas hidráulicas. O uso desta água para abastecer todos os aparelhos sanitários no interior da residência pode ser complicado devido à necessidade de instalação específica em uma edificação em uso. No caso da instalação de reservatório no térreo será necessária a existência de uma bomba, seja para pressurizar uma rede de uso direto ou para recalcá-la para o reservatório superior.
Mesmo que o custo de instalação e operação não seja rentável a curto prazo, vale considerar que a médio prazo, com o aumento da escassez, o preço da água deve continuar aumentando e seu investimento pode ser interessante nos próximos anos.

CONSTRUÇÕES COM BAMBÚ



EU FIZ O CURSO DE ESTRUTURA DE BAMBÚ COM ESTES PROFESSORES MARAVILHOSOS, QUANDO ERA ESTUDANTE DE ARQUITETURA E URBANISMO. UMA DAS MATÉRIAS QUE MAIS GOSTO. MEU TGI FOI FEITO UM CENTRO CULTURAL COM ESTRUTURA DE BAMBÚ. MATERIAL MARAVILHOSO. AMO AMO, AMO, AMO.
VALE A PENA CONHECER

CASA ECOLÓGICA

ENTULHO REUTILIZANDO TUDO